quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Reset Impressora Epson (Modelos - L110-L210-L300-L350-L355)

Fala galera, tive um problema com uma Impressora EPSON L355, que piscava continuamente os led's da tinta e do papel, fazendo com que a impressora não mais imprimisse.
No software "monitor de status" da impressora me acusava a seguinte mensagem: "A almofada de tinta da impressora está no final de sua vida útil". Para resolver isso pesquisei por alguns sites que falavam a respeito do problema e encontrei um software que efetua o "reset" da impressora, resolvendo assim o problema mencionado acima.
Abaixo estou disponibilizando o link para download do software mencionado.

Passo a Passo para fazer o Reset


1° PASSO - Fazer o download o software;
2° PASSO - Após o download, descompactar o arquivo;
3° PASSO - Em seguida, dentro da pasta que você descompactou, execute o arquivo de nome "Adjprogcracked", que abrirá a seguinte janela:



4° PASSO - Escolha a opção "Select", para selecionar o modelo de sua impressora;
5° PASSO - Depois de ter escolhido o modelo, e que tipo de porta que ela está conectada (necessário que esteja na porta USB), clique no botão da opção "Particular Adjustment Mode", a qual abrirá a seguinte janela:



6° PASSO - Escolha a opção "Waste ink pad counter", a mesma destacada na imagem acima;
7° PASSO - Uma nova janela se abrirá, nesta etapa a primeira coisa a ser feita é clicar no botão "Check", onde o mesmo mostrará pra você uma porcentagem (%) e a quantidade de folhas que já foi impressa, após a exibição dessas informações, selecione a caixa de dialogo "Main pad counter" e clique no botão "Inicialization".



8° PASSO - Em seguida aparecerá uma mensagem para você, clique em "Ok", mais uma mensagem aparecerá, pedindo para que desligue a impressora, faça isso e clique em "Ok". Pronto, ligue novamente a impressora e confira o resultado.


Dica adquirida no canal Tecnotera do YouTube.


Link 1 para download do arquivo:
http://www.mediafire.com/download/1005ns50r9ycuj4/RESET+EPSON+L355-+L110-L210-L350-L300.rar

Link 2 para download do arquivo:
https://drive.google.com/file/d/0B7_sucbbGtlRYVRpakJLb2RXMVk/view?usp=sharing

domingo, 16 de agosto de 2015

Como Melhorar Vídeos Travando no YouTube

Você deve ter percebido que o YouTube mudou o método de carregamento dos vídeos e tudo ficou parecendo muito mais lento. Antes, quem tivesse uma conexão lenta podia simplesmente pausar o vídeo e esperar até que o carregamento terminasse para assisti-lo sem enfrentar nenhum travamento. Hoje isso não acontece, porque o YouTube passou a adotar uma tecnologia chamada DASH.

O DASH, sigla para Dynamic Adaptive Streaming over HTTP, faz com que o YouTube envie o vídeo para o seu computador em vários blocos em vez de simplesmente carregar o vídeo inteiro de uma vez. O próximo bloco é carregado apenas quando você estiver terminando de assistir ao anterior.

Isso é até bom para o usuário em alguns casos, especialmente em conexões 3G com franquia de dados, porque economiza tráfego, mas também pode causar muitas travadinhas indesejadas e impede que você avance ou retroceda para algum ponto do vídeo sem ter que carregá-lo novamente. Mas olha só: é possível desativar o DASH!

A mágica acontece com a extensão YouTube Center, que pode ser baixada nesta página do GitHub para Firefox, Chrome, Opera, Safari e Maxthon. 



Como ela não está disponível na Chrome Web Store, usuários do Chrome precisam acessar a página chrome://extensions/, arrastar o arquivo *.crx para lá e confirmar a instalação da extensão.



Após instalar a extensão, o YouTube passará a exibir um botão de engrenagem no canto superior direito de todas as páginas, ao lado do seu nome de usuário. 



Clique no botão e acesse a Aba Player depois desmarque a caixa Dash Playback. Pronto!



Se tudo deu certo e você possuir uma conexão rápida, o carregamento de qualquer vídeo no YouTube ficará muito mais rápido que antes; se sua conexão for lenta, apenas pause o vídeo por algum tempo para assisti-lo sem engasgos depois.

Existem muitas configurações que podem ser alteradas através dessa extensão, ai vai de você ir alterando e customizando de acordo com suas necessidades.

Para facilitar para vocês e para mim também vou deixar anexadas a extensão do Chrome e a configuração que fiz para melhorar a qualidade de reprodução em meus computadores. 
https://drive.google.com/file/d/0B7_sucbbGtlRbUc3V1NUM2RpSms/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/0B7_sucbbGtlRQmxncjBiN0lJSG8/view?usp=sharing

Abraços, espero ter ajudado.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Como alterar "Imagem Padrão" do usuário no Windows 7

 
Você com certeza já viu, e provavelmente até trocou, a imagem de usuário no seu computador. Essa imagem é – nada mais, nada menos – que a foto ou ilustração exibida junto a seu nome na tela de login do sistema, e no topo da coluna direita do Menu Windows.
 
Imagem padão do usuário no windows 7

 
Uma forma simples para personalizar e até mesmo padronizar a imagem que será exibida em um respectivo usuário, ou melhor, em todos os perfis de usuário que forem criados no Windows 7, por exemplo, padronizar a imagem dos perfis de usuário de uma empresa com o logo próprio da empresa.
 
Passo a passo de como realizar essa personalização:
 
1- Escolha uma imagem de sua preferência;
2- Em seguida salve-a com o nome user.bmp, no seguinte caminho, com a extensão .bmp, substituindo a imagem lá existente (user.bmp): C:\ProgramData\Microsoft\User Account Pictures.
 
 
3- Repita o mesmo procedimento do passo 2, mas agora substitua a imagem com o nome guest.bmp
 
 
 
4- Pronto! Para conferir se deu certo com seu usuário, faça um Logoff ou Renicie o computador, e para conferir com os demais usuários, crie um Novo Perfil de Usuário e veja o resultado.
 
 
 


quinta-feira, 23 de julho de 2015

Restaurando ícone "Mostrar área de trabalho" no Windows XP

Para recriar você mesmo o ícone de "Mostrar área de trabalho", siga estas etapas: 


1.Clique em Iniciar, em Executar, digite notepad na caixa Abrir e clique em OK.
2.Copie e cole o seguinte texto na janela do Bloco de notas:

[Shell]
Command=2 
IconFile=explorer.exe,3
[Taskbar]
Command=ToggleDesktop

3.No menu Arquivo, clique em Salvar como e salve o arquivo na área de trabalho como Mostrar área de trabalho.scf. O ícone Mostrar área de trabalho é criada em sua área de trabalho.
4.Clique e arraste o ícone Mostrar área de trabalho para sua barra de ferramentas de Início Rápido.


Informações para usuários avançados

A barra de ferramentas de Início Rápido usa os arquivos na seguinte pasta:

%userprofile%\Application Data\Microsoft\Internet Explorer\Quick Launch


quarta-feira, 24 de junho de 2015

Consumo Elevado da CPU - Windows Modules Installer Worker (TiWorker.exe)

         Essa semana notei que meu micro estava muito lento, ao verificar os recursos do sistema percebi  um consumo excessivo de CPU, memória e disco, quando abri o Gerenciador de Tarefas, aparecia um processo chamado Windows Modules Installer Worker (TiWorker.exe).


         A solução que encontrei foi utilizar o comando  SFC /Scannow (executar CMD como administrador), para verificar se havia algum arquivo do sistema corrompido, e assim obtive a mensagem abaixo.


         Para corrigir o problema apontado pelo SFC, eu usei outro comando do DOS (executar CMD como administrador)com a seguinte sintaxe: Dism /Online /Cleanup-Image /RestoreHealth



         Feito isso os recursos do micro voltaram ao normal.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Como acender um LED?

            Então como é que se acende um LED? Bom, para começar precisamos de 1 LED, 2 pilhas de 1.5 V ligadas em série e uma resistência cujo valor calcularemos mais tarde usando a mesma fórmula baseada na Lei de Ohm do artigo anterior. O LED é polarizado, isto é, as suas perninhas são eletricamente diferentes e a forma como se liga ao circuito importa; há uma forma correta de o ligar e trocar uma perna pela outra não é válido. Uma das perninhas chama-se anodo e liga-se ao lado positivo das pilhas. A outra chama-se cátodo e liga-se ao lado negativo. A forma de se identificar o anodo e o cátodo de um LED é através de 1 de 2 marcas: o cátodo tem a perninha mais curta e, em alguns LEDs como os redondos, também tem um corte na aba.

Grupos de Leds
           Esta forma de identificar as pernas do LED funciona bem se tivermos um LED novo ou redondo. Se tivermos por exemplo um LED quadrado cujas perninhas já foram cortadas então não temos nenhuma pista, e neste caso vamos ter que experimentar ligar o LED das 2 formas ou usar um multímetro que tenha um teste de díodos (pois é, o LED é um díodo, especial).
          A forma de ligar os componentes é como no esquema abaixo, baseado no do artigo anterior mas agora com indicação de qual é o anodo e o cátodo do LED. Também a FEM (tensão) é agora fixa, com o valor de 3V resultante de ligar as 2 pilhas de 1.5 V em série, e representada pela fonte de tensão que corresponde à bola no circuito.
Circuito do LED
            Falta apenas calcular a resistência R do circuito. Mas agora precisamos de ter valores a sério para a queda de tensão no LED e para a corrente máxima. O ideal era consultar a datasheet do LED, que é um documento escrito pelo fabricante e que contém essas informações. Mas um LED não tem indicado o modelo e fabricante, pelo que se já tens um LED é difícil ou mesmo impossível saber estas informações. Contudo, os LEDs dos vários fabricantes são tipicamente muito semelhantes nas suas características, existindo uma espécie de standard; por isso é que os LEDs tipicamente não possuem marcado o modelo e fabricante. Sendo assim, vou deixar aqui valores médios da queda de tensão e corrente máxima para os LEDs “normais” das cores mais comuns.
CôrQueda de TensãoCorrente Máxima
Vermelho1.8 V0.02 A
Verde2.1 V0.02 A
Amarelo2.0 V0.015 A
Laranja2.0 V0.02 A
Azul3.1 V0.02 A
Branco3.1 V a 4.0V (depende do fabricante)0.02 A
Infra-vermelho1.1 V0.02 A
               Vamos então supor que tens um LED amarelo e que o queres acender, com as tais 2 pilhas de 1.5 V. A linha da tabela para a cor Amarelo diz-nos que a queda de tensão é de 2.0 V e a corrente máxima é de 0.015 A. O valor para a resistência será então
R = V / I  (Lei de Ohm)
R = (3 V - 2 V) / 0.015 A = 66.7 Ω
            Mas como não há resistências de 66.7 Ω à venda, escolhemos o valor comercial mais próximo, que é 68 Ω. Como este valor para a resistência é ligeiramente mais alto que os calculados 66.7 Ω, a corrente a atravessar o LED será ligeiramente inferior aos 0.015 A mas não faz mal, pois a diferença é muito pequena e já existe alguma tolerância nos valores da tabela. Não vais notar diferença na luminosidade nem colocar em perigo a integridade do LED. E mesmo que a resistência comercial mais próxima fosse ligeiramente inferior aos 66.7 Ω também não haveria problema desde que fosse uma diferença também pequena. Na verdade, o valor da queda de tensão no LED é proporcional à corrente que o atravessa (embora de uma forma não-linear) e é ligeiramente diferente mesmo para LEDs aparentemente iguaizinhos! Daí que os valores da tabela são apenas uma média, uma aproximação, mas que em geral funciona sempre bem.
            Se tiveres um multímetro podes medir o valor real da queda de tensão no teu LED em particular, com ele aceso.

              Então e se quiseres acender um LED azul? A tabela diz que a queda de tensão é de 3.1 V… o que quer dizer que as tuas 2 pilhas de 1.5 V ligadas em série (3 V no total) não chegam. Tens que ter pelo menos 3 pilhas, num total de 4.5 V. E então calculas o valor da resistência da forma habitual
R = (4.5 V - 3.1 V) / 0.02 A = 70 Ω
            Mais uma vez, 70 Ω não é um valor comercial e logo tens que ir para o mais próximo, neste caso 68 Ω. Habitua-te a isso, porque a electrónica está cheia de pequenos ajustes e simplificações, e normalmente não é crítico; existe muita tolerância da parte de todos os componentes, e só temos que garantir que o circuito funciona no pior caso. Um dia podemos falar sobre isso.
                E o LED Infra-vermelho na tabela, serve para quê? Este tipo de LED emite uma luz que não se vê, e que é usada tipicamente no controlo remoto da TV ou da aparelhagem. Mas podes fazer uma brincadeira com ele; é que as máquinas fotográficas e de filmar digitais, e algumaswebcams, são sensíveis a este tipo de luz. Assim, se fizeres uma espécie de lanterna de LEDs infra-vermelhos, podes tirar fotografias de curta distância literalmente às escuras :-) . Se tiveres uma máquina digital das que referi, faz a seguinte experiência: pega no comando da televisão e, enquanto carregas nos botões, olha para o lado que apontas para a televisão (muitas vezes podes ver lá o LED infra-vermelho!) através do visor da máquina; vais ver como afinal o comando… emite luz!
                 Então e se quiseres acender mais do que 1 LED? Para acenderes mais do que um LED há 2 possibilidades: em série ou em paralelo. Se os ligares em paralelo, então basta replicar o circuito para um LED, adicionando 1 resistência por cada LED “extra” e ligando-os em paralelo, assim:
Ligação de LEDs em paralelo
                  Os valores das resistências são calculados com a fórmula do costume, uma a uma de acordo com as características de cada LED e usando sempre, claro está, 3 V para o valor da fonte.
                  E se os quiseres ligar em série, fazes assim:
 Ligação de LEDs em série.
                  Mas repara que agora eu não coloquei o valor da fonte de tensão. E porquê? Porque existe uma particularidade neste circuito: como temos que subtrair à fonte de tensão os valores das quedas de tensão de todos os LEDs, se a fonte for apenas de 3 V, só podes acender um LED. Portanto, agora o valor da fonte de tensão depende do número de LEDs que pretendes acender. Por exemplo, imagina que queres acender 4 LEDs vermelhos. Pela tabela, cada LED vermelho subtrai 1.8 V à fonte, logo, os 4 vão subtrair 4 x 1.8 V = 7.2 V. Portanto, a nossa fonte de tensão tem que ser maior que 7.2 V, digamos 9 V (uma vez que existem pilhas de 9 V, e para termos alguma margem). O valor da única resistência do circuito será então
R = (9 V - 4 x 1.8 V) / 0.02 A = 1.8 V / 0.02 A = 90 Ω
                  A corrente que atravessa todos os LEDs é a mesma, pois estão ligados em série. Isto quer dizer que é preciso ter mais um cuidado. Se um dos LEDs for amarelo, a corrente a atravessá-los todos tem que ser 0.015 A. O LED mais “fraco” de todos é que vai colocar o limite à corrente.
                  Existem portanto vantagens e desvantagens em cada forma de ligação de múltiplos LEDs:
  • Na ligação em paralelo é preciso 1 resistência por cada LED, mas podes acender muitos LEDs com baixa voltagem na fonte de tensão (poucas pilhas).
  • Na ligação em série, é preciso apenas 1 resistência para todos os LEDs, mas tens que usar uma voltagem superior na fonte de tensão, proporcionalmente ao número de LEDs (eventualmente chegas a um ponto em que a voltagem já é demasiado alta para se poder lidar com segurança).
                 Se quiseres acender mesmo muitos LEDs, então a melhor técnica é usar uma mistura dos circuitos série e paralelo, desta forma:
LEDs em série e paralelo
               Neste esquema do circuito usei um símbolo diferente para a fonte de tensão, por nenhuma razão em especial excepto dar-te a conhecer outros símbolos. Este símbolo representa uma bateria ou pilha (ou conjunto delas).
                Então e o LED branco, como é que sei a queda de tensão do meu? Os LEDs brancos são os únicos que ainda não experimentei. A melhor forma de saberes qual é esse valor nos teus LEDs é fazer um teste. Começas por assumir que a queda é de 3.1V e calculas uma resistência da forma habitual. Depois, montas um LED e com o multímetro medes a tensão no LED, ou seja, medes entre as duas perninhas do LED. Esse valor é a queda de tensão. Se tiveres vários LEDs brancos, deves fazer esse teste para 3 ou 4 LEDs, e depois, se derem mais ou menos o mesmo valor (por exemplo 3.5V, 3.65V e 3.48V) fazes uma média arredondando à 1ª casa decimal e usas esse valor. Se os teus LEDs forem todos do mesmo fabricante, irão apresentar valores parecidos de queda de tensão. Se der valores muito diferentes para LEDs diferentes (por exemplo 3.2 e 3.6) é porque podes ter LEDs de diferentes fabricantes. Aí terás que tentar agrupar os teus LEDs por fabricante, fazendo o teste em todos e agrupando-os por valores semelhantes.
          No final, sabendo já a queda de tensão, basta re-calcular os valores das resistências.

    Já agora, e se usares pilhas re-carregáveis em vez das alkalinas, há alguma diferença? Há, é que as pilhas recarregáveis tipicamente não são de 1.5 V mas sim de 1.2 V (costuma estar escrito na própria pilha), logo um par delas em série só dá 2.4 V. Tens que ter isso em mente ao fazer contas.
     E assim termina este tutorial. E posso dizer que ainda assim não foi dito exatamente tudo acerca do design desta tarefa aparentemente tão simples que é acender um LED :-) .

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Eliminar o Ícone "Baixe o Windows 10"



             A atualização para o Windows 10 pode ser apagada manualmente por quem deseja descartar o upgrade. Para tanto, acesse o "Painel de Controle> Programas e Recursos> Exibir Atualizações Instaladas". Encontre a de código “KB3035583”, clique com o botão direito sobre ela e, por fim, em “Desinstalar”. 

Abraço.